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Governo dos Açores e empresas da Região trilham caminho histórico no que respeita ao emprego, realça Maria João Carreiro

Governo dos Açores e empresas da Região trilham caminho histórico no que respeita ao emprego, realça Maria João Carreiro
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A Secretária Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego, Maria João Carreiro, elencou hoje os indicadores em termos de emprego na Região, destacando o “percurso verdadeiramente positivo e histórico” que está a ser trilhado com as empresas.

 

“É com confiança que apresentamos hoje as propostas de investimento público em 2024 nas áreas da Qualificação Profissional e Emprego, tendo como referência um percurso verdadeiramente positivo e histórico que estamos a fazer com os açorianos e em articulação com as empresas para consolidar na Região a política de valorização dos trabalhadores açorianos”, vincou.

 

A governante falava no plenário da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, na discussão em torno das propostas de Plano e Orçamento para 2024.

 

Em setembro, lembrou os Açores registaram o desemprego mais baixo da última década e meia, menos de 5.000 desempregados inscritos nos Açores, e o número de açorianos em medidas de inserção socioprofissional registou em igual mês o valor mais baixo da última década, fixando-se abaixo dos 2.000.

 

“No início da atual legislatura, a Região tinha mais de 7.000 desempregados e mais de 4.000 ocupados. Ou seja, mais de 11.000 açorianos permaneciam sem respostas e sem esperança na maior precariedade laboral”, recordou a governante, antes de sublinhar que, desde janeiro de 2021, foram colocados mais de 6.000 desempregados em ofertas de emprego, isto é, mais 1.000 do que em toda a anterior legislatura.

 

“A população empregada nos Açores regista hoje máximos históricos de sempre: são mais de 118 mil trabalhadores, o que representa mais 8.000 açorianos empregados do que no final de 2019, o ano de referência antes da pandemia. Dos mais de 5.700 contratos de trabalho apoiados desde 2021, 84% incidiram sobre contratos sem termo e 58% visaram jovens até aos 35 anos de idade, contribuindo para a redução do desemprego jovem que se regista nos Açores. É de uma governação que dá prioridade às pessoas, ao seu bem-estar, à sua felicidade e à capacidade de criação e distribuição de riqueza, que tratamos”, prosseguiu.

 

Maria João Carreiro anunciou que, em 2024, com a aprovação do Plano e Orçamento, prosseguirá uma “geração de políticas públicas transformadoras, aprofundando estímulos à empregabilidade, à estabilidade laboral e à melhoria do rendimento dos trabalhadores enquanto fatores de valorização das competências, enfim, à qualidade do emprego”.

 

E justificou: “Com uma dotação de 88,5 milhões de euros – considerando o reforço de 33,6 milhões de financiamento proveniente de outros fundos, como os fundos comunitários – o Plano ora em apreciação combina responsabilidade financeira com ambição. Trata-se de um Plano com respostas diferenciadas para desafios diferentes de qualificação e emprego, que recusa modelos e soluções de um passado recente com as consequências que os açorianos e as empresas bem conhecem. Este é um Plano que reforça o investimento na integração de desempregados no mercado de trabalho, através da reconversão profissional e dos apoios à contratação que promovem a formação, a estabilidade e a adequação salarial”.

 

Para além disso, o documento promove o investimento no reforço das competências da população ativa, “para que jovens e adultos possam ter acesso a formações de curta e média duração específicas para o desempenho de determinada função e para assegurar às empresas a existência de profissionais motivados e produtivos”.

 

O novo programa CONTRATAR, recordou, vai apoiar a contratação de recém-licenciados com salário base até 2.500 euros e de recém-diplomados com salário base até 1.700 euros.

 

Para além disso, em 2024 serão investidos 1,6 milhões de euros em políticas de juventude, o que traduz um reforço de 10% em relação a este ano, em áreas como a criatividade, a mobilidade, o empreendedorismo, o associativismo ou o voluntariado.

 

E prosseguiu: “Com este Plano, as associações juvenis irão beneficiar de um novo sistema de incentivos que inclui mais financiamento, mais despesas elegíveis e mais tempo para as candidaturas dos seus projetos e atividades”.

 

Nota relacionada: Intervenção da Secretária Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego

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